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Site com nome da empresa: por que o endereço próprio muda a venda

Site com nome da empresa é o que o cliente lê no cartão e na placa; endereço com marca de plataforma no meio parece teste.

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site com nome da empresa

Uma distribuidora de água em Porto Velho imprimiu dois mil panfletos com o endereço do site no rodapé: um nome comprido, com o da plataforma no meio e um número no fim. Ninguém digitou. Os poucos que tentaram erraram uma letra e caíram numa página em branco. No mês seguinte a dona registrou o nome da distribuidora como domínio, apontou para o mesmo site e reimprimiu. Os pedidos pelo site passaram de três para trinta por semana. O conteúdo não mudou uma vírgula. Só o endereço.

Um site com nome da empresa é aquele que responde num endereço registrado em nome do negócio, como distribuidoranorte.com.br, e não num subdomínio da plataforma que o hospeda. A diferença é a percepção: o cliente lê um nome que já conhece, confia mais e memoriza. E muda a posse. O endereço passa a ser um ativo da empresa, que vai junto se o site trocar de plataforma, e toda a reputação acumulada em links, avaliações e buscas fica nele.

Este texto mostra o que se ganha com o endereço próprio e o que se perde no subdomínio. Traz como registrar, o que colocar no cartão e no anúncio, o que muda no cadeado de segurança, quanto custa por ano e os erros de quem imprime antes de registrar.

Aqui estão a diferença de percepção, a posse do endereço, o registro e a tabela comparativa. Entram a conexão do domínio ao site, o cartão e o anúncio, os erros de impressão, a ordem para fazer, os custos e as dúvidas mais frequentes.

Site com nome da empresa: o que o cliente lê

O cliente não distingue plataforma de negócio. Quando o endereço traz outro nome no meio, ele entende que o site é de outra empresa, ou que é provisório, ou que a distribuidora não tem site de verdade. Nada disso é dito, mas tudo isso pesa na hora em que ele decide se manda o pedido ou liga para o concorrente. Um endereço curto, igual ao que já está na placa, cabe no panfleto, na lateral do caminhão e na resposta de voz: "é o nosso nome, ponto com ponto br".

A distribuidora de Porto Velho descobriu isso pelo panfleto: dois mil impressos e nenhuma visita, porque ninguém consegue digitar o que não consegue lembrar.

O endereço é um ativo, o subdomínio é um empréstimo

Um subdomínio pertence à plataforma. Se ela fechar, mudar de regra ou o negócio quiser sair, o endereço fica para trás, e com ele todo link que apontava para o site, toda avaliação que citava a página e toda posição conquistada na busca. O domínio registrado pela própria empresa vai junto para qualquer lugar, e a reputação acumulada continua apontando para ela. É a diferença entre construir num terreno próprio e num alugado.

Registrar o nome e conectar ao site que já existe leva menos de uma hora. A página sobre site com domínio próprio mostra os quatro passos. Registrar o nome no registro brasileiro ou em qualquer registrador, montar ou manter o site, colar um único registro de DNS no painel e esperar o cadeado sair sozinho, sem servidor nem técnico. Foi o caminho da distribuidora, numa tarde, antes de reimprimir os panfletos.

Comparativo entre os endereços

O que muda entre subdomínio de plataforma e domínio registrado.
EndereçoDe quem éEfeito no cliente
Subdomínio da plataformaDa plataforma.Lê como teste.
Domínio .com.br da própria empresaDa empresa.Lê como oficial.
Domínio registrado pela agênciaDa agência.Igual, até a renovação falhar.
Perfil em rede socialDa rede.Lê como presença, não como site.

Como registrar sem errar o nome

O registro brasileiro de domínios permite consultar se o nome está livre e registrá-lo no CNPJ ou no CPF do dono, com anuidade fixa. Vale escolher a grafia exatamente como o cliente fala, sem hífen e sem abreviação, e conferir se está livre nas redes sociais, para manter tudo igual. Quando a grafia exata já foi registrada por outro, a saída é acrescentar a cidade ou o ramo, nunca trocar uma letra, porque a variação leva o cliente ao concorrente.

Cartão, placa e anúncio com o mesmo endereço

Depois de registrado, o endereço vai para todo lugar em que a marca aparece: cartão, placa, uniforme, embalagem, biografia das redes e assinatura de e-mail. Anúncio pago ganha em taxa de clique quando o endereço exibido é a marca, e o e-mail com o mesmo domínio, como contato arroba a marca, deixa de cair em spam. Quem viu a placa e digita a mesma coisa na busca encontra o site, e é aí que o endereço próprio passa a trazer venda.

O cadeado e a confiança

Endereço próprio sem cadeado assusta mais que subdomínio com cadeado: o navegador avisa que o site não é seguro, e o cliente vai embora. Plataformas atuais emitem o certificado automaticamente assim que o domínio é conectado, sem custo. Em hospedagem antiga é preciso instalar, e às vezes pagar. Antes de imprimir qualquer coisa, abrir o endereço no celular e olhar o cadeado é a última etapa, e a mais esquecida.

Erros de quem imprime antes de registrar

O erro mais comum é imprimir o subdomínio comprido, como fez a distribuidora, e descobrir que ninguém digita. Vem depois registrar o domínio no nome do sobrinho ou da agência. Segue escolher uma grafia diferente da placa. Fecha a lista conectar o domínio e não olhar o cadeado. O primeiro custa a impressão; os outros custam o endereço ou o cliente.

Em ordem, para fazer

  1. Consultar se a marca está livre como .com.br e nas redes.
  2. Registrar no CNPJ ou no CPF do dono, com renovação automática ligada.
  3. Conectar ao site pelo registro de DNS indicado no painel da plataforma.
  4. Abrir no celular, conferir o cadeado e testar o endereço digitado de cabeça.
  5. Só então atualizar cartão, placa, redes e anúncios com o novo endereço.

O passo cinco é o que a distribuidora fez na ordem errada, e custou dois mil panfletos.

Quanto custa

O domínio .com.br custa cerca de R$ 40 por ano no registro brasileiro; um .com fica entre R$ 50 e R$ 80. Ligar o endereço ao site é gratuito nas plataformas que já suportam domínio próprio, e o certificado de segurança também. Quando o site está num plano gratuito, colocar a marca no endereço exige o plano com domínio próprio, que em modelo de pagamento único fica entre R$ 40 e R$ 200 uma vez, mais hospedagem em torno de R$ 10 mensais. O total do primeiro ano, com tudo, fica abaixo de R$ 400.

Perguntas frequentes sobre o endereço próprio

Site com nome da empresa precisa ser .com.br?

Não precisa, mas é o mais barato e o que o cliente brasileiro mais confia. O .com serve para quem atende fora do país.

Posso registrar no meu CPF?

Pode. O registro brasileiro aceita CPF e CNPJ. Importa estar em nome de quem manda no negócio, não de terceiro.

Dá para colocar domínio próprio num site gratuito?

Dá, no plano que libera endereço próprio. Continua o mesmo site; muda só o endereço e sai o selo da plataforma.

O nome que eu quero já está registrado. E agora?

Acrescentar a cidade ou o ramo, como distribuidoranortepvh. Nunca trocar uma letra, porque a variação leva ao outro.

O cadeado é pago?

Nas plataformas atuais, não: sai sozinho ao conectar o domínio. Hospedagem antiga pode cobrar entre R$ 100 e R$ 300 por ano.

Quanto tempo leva para funcionar?

De minutos a algumas horas, o tempo de o DNS propagar. Depois disso o endereço responde com cadeado.

Resumo

Site com nome da empresa é o mesmo site respondendo num endereço que o cliente já conhece e consegue digitar, registrado pelo próprio negócio, e não pela plataforma ou pela agência. Ele lê como oficial, cabe no cartão e na placa, vai junto em qualquer mudança e acumula reputação para quem o registrou. Custa cerca de R$ 40 por ano, conecta em menos de uma hora e ganha cadeado sozinho. A distribuidora de Porto Velho passou de três para trinta pedidos por semana sem mudar uma linha do site.

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