Os cachês divulgados pelo Governo do Estado para a Marcha para Jesus de 2026 em Campo Grande somam R$ 404 mil, valor mais de três vezes superior aos R$ 120 mil pagos pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul pelos três shows da 23ª Parada da Cidadania LGBT+, realizada no último sábado em Campo Grande. A diferença chega a R$ 284 mil.
Até agora, a Marcha teve confirmadas as apresentações de Maria Marçal (R$ 254 mil) e Get Worship (R$ 150 mil). Já a Parada contou com Karol Conká (R$ 80 mil), Paolla (R$ 25 mil) e Silveira (R$ 15 mil). No caso da Marcha, o valor ainda pode aumentar, já que a programação completa não foi divulgada.
A Federação PSOL Rede foi a primeira a registrar candidaturas em Mato Grosso do Sul. A chapa com nomes para as disputas pelo Governo do Estado, Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa já aparece no DivulgaCand, plataforma da Justiça Eleitoral.
O juiz de Bonito Milton Zanutto Júnior extinguiu, sem analisar o mérito, uma ação civil pública movida pelo Instituto Artigo 5º contra a taxa ambiental instituída pela Prefeitura de Bonito. Ele considerou que o pedido repetia o questionamento já apresentado e rejeitado em uma ação popular. Segundo o magistrado, o tema deve ser discutido por meio de uma ação direta de inconstitucionalidade.
O PSB tentou tirar o mandato do vereador Luís Francisco de Almeida Vianna, de Corumbá, depois que ele deixou a legenda e se filiou ao Republicanos. A acusação era de infidelidade partidária, mas o caso perdeu força com a apresentação de uma carta do diretório nacional autorizando a mudança. O próprio PSB desistiu da ação. O suplente Kleyton Gonçalves Cruz ainda tentou dar continuidade ao processo para assumir a vaga, mas o TRE-MS negou o pedido.
A Justiça Eleitoral rejeitou pedidos para anular atos praticados pela 13ª Vara Federal de Curitiba em processo que nasceu na Operação Lava Jato e envolve suspeitas de corrupção na compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras. Entre os réus estão o ex-senador Delcídio do Amaral e ex-funcionários da estatal.
As defesas alegavam que o caso deveria ter tramitado desde o início na Justiça Eleitoral. O juiz Waldir Peixoto Barbosa discordou. Para ele, os atos podem ser confirmados porque, na época das investigações, ainda predominava o entendimento de que crimes comuns e eleitorais deveriam tramitar separadamente. O magistrado, porém, reconheceu erro na ordem das alegações finais. As defesas foram intimadas antes da Petrobras. A etapa foi anulada e terá de recomeçar.
O assunto sobre a taxa ambiental de Bonito segue no Tribunal de Contas do Estado, que recebeu denúncia do deputado federal Geraldo Resende. Ele alega que a cobrança não é feita diretamente pelos cofres públicos, mas por meio de uma entidade privada. A mesma alegação já havia sido levada à Corte de Contas pelo setor do turismo, mas não avançou.
No chamamento para definir quem vai administrar o Hospital Regional Dr. José de Simone Netto, a questão agora é saber quem decidirá sobre os questionamentos levados ao TCE. O certame foi suspenso após a divulgação do Isac como organização social selecionada. O ISMS, que não foi escolhido, apresentou uma exceção de incompetência. O ISMS alega que a primeira ação foi apresentada contra a Secretaria Estadual de Saúde, quando deveria ter sido direcionada ao Fundo Especial de Saúde. Até que o TCE decida o impasse, o certame permanece paralisado.
