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Cachês da Marcha para Jesus custam 3x mais que os da Parada Gay

Os cachês divulgados pelo Governo do Estado para a Marcha para Jesus de 2026 em Campo Grande somam R$ 404 mil, valor mais de três vezes superior aos R$ 120 mil pagos…

Conteúdos Evergreen
Por Conteúdos Evergreen 3 min de leitura
Cachês da Marcha para Jesus custam 3x mais que os da Parada Gay
Cachês da Marcha para Jesus custam 3x mais que os da Parada Gay

Os cachês divulgados pelo Governo do Estado para a Marcha para Jesus de 2026 em Campo Grande somam R$ 404 mil, valor mais de três vezes superior aos R$ 120 mil pagos pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul pelos três shows da 23ª Parada da Cidadania LGBT+, realizada no último sábado em Campo Grande. A diferença chega a R$ 284 mil.

Até agora, a Marcha teve confirmadas as apresentações de Maria Marçal (R$ 254 mil) e Get Worship (R$ 150 mil). Já a Parada contou com Karol Conká (R$ 80 mil), Paolla (R$ 25 mil) e Silveira (R$ 15 mil). No caso da Marcha, o valor ainda pode aumentar, já que a programação completa não foi divulgada.

A Federação PSOL Rede foi a primeira a registrar candidaturas em Mato Grosso do Sul. A chapa com nomes para as disputas pelo Governo do Estado, Senado, Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa já aparece no DivulgaCand, plataforma da Justiça Eleitoral.

O juiz de Bonito Milton Zanutto Júnior extinguiu, sem analisar o mérito, uma ação civil pública movida pelo Instituto Artigo 5º contra a taxa ambiental instituída pela Prefeitura de Bonito. Ele considerou que o pedido repetia o questionamento já apresentado e rejeitado em uma ação popular. Segundo o magistrado, o tema deve ser discutido por meio de uma ação direta de inconstitucionalidade.

O PSB tentou tirar o mandato do vereador Luís Francisco de Almeida Vianna, de Corumbá, depois que ele deixou a legenda e se filiou ao Republicanos. A acusação era de infidelidade partidária, mas o caso perdeu força com a apresentação de uma carta do diretório nacional autorizando a mudança. O próprio PSB desistiu da ação. O suplente Kleyton Gonçalves Cruz ainda tentou dar continuidade ao processo para assumir a vaga, mas o TRE-MS negou o pedido.

A Justiça Eleitoral rejeitou pedidos para anular atos praticados pela 13ª Vara Federal de Curitiba em processo que nasceu na Operação Lava Jato e envolve suspeitas de corrupção na compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras. Entre os réus estão o ex-senador Delcídio do Amaral e ex-funcionários da estatal.

As defesas alegavam que o caso deveria ter tramitado desde o início na Justiça Eleitoral. O juiz Waldir Peixoto Barbosa discordou. Para ele, os atos podem ser confirmados porque, na época das investigações, ainda predominava o entendimento de que crimes comuns e eleitorais deveriam tramitar separadamente. O magistrado, porém, reconheceu erro na ordem das alegações finais. As defesas foram intimadas antes da Petrobras. A etapa foi anulada e terá de recomeçar.

O assunto sobre a taxa ambiental de Bonito segue no Tribunal de Contas do Estado, que recebeu denúncia do deputado federal Geraldo Resende. Ele alega que a cobrança não é feita diretamente pelos cofres públicos, mas por meio de uma entidade privada. A mesma alegação já havia sido levada à Corte de Contas pelo setor do turismo, mas não avançou.

No chamamento para definir quem vai administrar o Hospital Regional Dr. José de Simone Netto, a questão agora é saber quem decidirá sobre os questionamentos levados ao TCE. O certame foi suspenso após a divulgação do Isac como organização social selecionada. O ISMS, que não foi escolhido, apresentou uma exceção de incompetência. O ISMS alega que a primeira ação foi apresentada contra a Secretaria Estadual de Saúde, quando deveria ter sido direcionada ao Fundo Especial de Saúde. Até que o TCE decida o impasse, o certame permanece paralisado.

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