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Cientistas alertam para fenômeno que afetará o planeta em setembro

Em setembro de 2025, especificamente no dia 21, um importante evento astronômico ocorrerá: um eclipse solar parcial. Esse fenômeno poderá ser observado de várias partes do planeta, incluindo regiões da Nova Zelândia,…

Editorial Folha do Noroeste
Por Editorial Folha do Noroeste Atualizado em 16 de setembro 2 min de leitura

Em setembro de 2025, especificamente no dia 21, um importante evento astronômico ocorrerá: um eclipse solar parcial. Esse fenômeno poderá ser observado de várias partes do planeta, incluindo regiões da Nova Zelândia, da costa leste da Austrália, ilhas do Pacífico e partes da Antártida.

Durante o eclipse, a Lua se posicionará entre o Sol e a Terra, bloqueando parcialmente a luz solar. Este alinhamento será especialmente interessante, pois coincidirá com o equinócio de setembro, momento em que o dia e a noite têm duração igual. Para os moradores da Nova Zelândia, a experiência será ainda mais especial, pois eles poderão testemunhar um espetacular nascer do sol no dia seguinte, 22 de setembro.

O eclipse solar parcial de 21 de setembro será um dos mais impressionantes da década. Em seu ápice, cerca de 80% do Sol deve ser coberto pela Lua. Essa proporção marca a singularidade do evento e permitirá que ele seja registrado em tempo real por meio de aplicativos e transmissões ao vivo, atraindo a atenção de astrônomos e observadores do céu.

Embora o fenômeno seja mais visível no Hemisfério Sul, pessoas de outras regiões do mundo também poderão acompanhar o evento por meio de plataformas online dedicadas à astronomia. Esses aplicativos irão proporcionar imagens de alta qualidade e informações detalhadas sobre o eclipse.

A observação do eclipse requer cuidados. É fundamental evitar olhar diretamente para o Sol sem proteção. Para aqueles que estarão nas áreas onde o fenômeno é visível, o uso de óculos de eclipse certificados é indispensável. Outra opção de visualização segura é o uso de projetores pinhole, que permitem observar o eclipse de maneira indireta.

Quem não tiver acesso a equipamentos adequados ou estiver fora das áreas de visibilidade poderá optar por transmissões ao vivo. Essa alternativa oferece uma forma segura e educativa de apreciar o eclipse, garantindo que mais pessoas possam vivenciar esse espetáculo do universo.

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