O BBB 26 segue rendendo desdobramentos polêmicos dentro e fora da casa. Pedro Henrique Espíndola, que deixou o reality após o episódio de assédio envolvendo Jordana, entrou com uma ação na Justiça do Paraná contra a Globo.
Ele pede 4,2 milhões de reais em indenização por quebra de contrato, danos morais e materiais, além da anulação da rescisão com o programa. O processo, obtido pela coluna GENTE, também faz acusações contra Ana Maria Braga.
Um dos principais pontos da ação é uma fala da apresentadora no Mais Você, exibido logo após a saída do ex-brother. Segundo a petição, ao afirmar que “não teria o desprazer de entrevistar Pedro”, Ana Maria teria “legitimado o ódio e potencializado a execração social” contra ele.
A defesa argumenta que a declaração extrapola o campo da opinião pessoal por ter sido feita em um programa da emissora. Eles alegam que isso configuraria uma manifestação de caráter institucional, sem apuração definitiva dos fatos ou garantia de direito de resposta.
Ainda no documento, os advogados citam outro comentário da veterana, desta vez sobre Ana Paula Remault. “Agora, além de ‘juíza’, como fez com Pedro, estimula violência gratuita”, diz um trecho.
O texto do processo continua: “Causa espanto maior vindo de uma senhora, predadora de homens mais novos reconhecida nacionalmente por tal conduta, pregar tanta moral e agir desta maneira. No caso concreto não ainda, sequer, a Emissora alegar, eventual, senilidade da referida senhora, se esta senil, que a tirem do ar”.
Na ocasião citada, Ana Maria afirmou que “se estivesse lá bateria nessa Ana Paula”.
Apesar das críticas diretas, Pedro Henrique não pretende processar Ana Maria Braga individualmente. No documento, a defesa sustenta que a responsabilidade deve recair sobre a Globo, incluindo a apresentadora como responsável solidária no polo passivo da ação.
O processo foi movido em 19 de março de 2026 e busca reparações financeiras e a reintegração do contrato com a emissora, contestando os termos sob os quais o participante foi afastado do programa.
